25 de mai de 2015

Governo federal não repassa o dinheiro do Mais Educação para 15 estados do País e deixa milhares de estudantes sem aula

Colocado em prática em 2010, no primeiro ano de mandato da presidente Dilma Rousseff, como “estratégia do Ministério da Educação para induzir a ampliação da jornada escolar”, o programa Mais Educação foi uma das principais bandeiras da campanha da reeleição no ano passado. No entanto, levantamento feito por ISTOÉ verifica atraso na parcela referente ao segundo semestre de 2014 em secretarias de educação de 15 estados do País, o que está comprometendo a rotina escolar de milhares de alunos, obrigados a ficar fora das suas escolas. Em Aracaju (SE), por exemplo, dos 34 colégios registrados no programa apenas 16 conseguem manter as atividades. Manobras no orçamento municipal também são utilizadas, como em Vitória (ES), onde as escolas têm administrado o projeto com recursos da prefeitura “até onde é permitido por lei”, como define a própria secretaria, por meio de sua assessoria. “A falta do investimento do governo federal certamente trará limitações ao desenvolvimento do programa.”

A secretaria estadual do Piauí informa que o pagamento costumava ser feito em uma única vez no ano, mas acrescenta. “2014 foi um ano atípico e o recurso foi dividido em duas parcelas.” A segunda parte, a ser recebida entre dezembro e janeiro, está atrasada. Prevenidos, alguns gestores conseguiram economizar e mantém o atendimento integral com o que sobrou do primeiro semestre do ano passado. Não são maioria, nem suportarão por muito tempo. Maria Antônia Goulart, coordenadora de políticas e qualidade da educação da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, com sede em Santiago, no Chile, destaca sua apreensão. “Temos uma preocupação no esvaziamento das políticas de educação integral.”

Depois de cinco meses de atraso, algumas poucas escolas começaram a receber a verba, mas a situação deve demorar a se normalizar. Principalmente onde não há previsão de regularização de pagamento. A escola Monteiro Lobato, em Nova Iguaçu, era, até o ano passado, centro de referência da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Ali, mais de mil estudantes tinham aulas em período integral. Escolas de esporte, cursos de línguas estrangeiras e música eram ministradas por 40 monitores contratados. Com o atraso, Vânia Gonçalves, responsável pela gestão do turno extra, não teve opção. As atividades foram reduzidas e permaneceram apenas aulas de informática e reforços de português e matemática. A equipe do contra-turno agora se resume a três estagiários vinculados ao município que não conseguem atender um décimo do número anterior de alunos. “Nós que estamos na linha de frente servimos de para-raios das reclamações, como se fosse nossa culpa”, afirma a diretora-adjunta. E não são apenas os responsáveis que a procuram. Desempregados, muitos dos monitores visitam constantemente o colégio na esperança de retorno à ativa.

Experiências como essa se repetem por todo o País e emergem mesmo onde os gestores afirmam não haver problema. Na Bahia, a secretaria de educação diz em nota que “não consta registro de atraso de repasses para as escolas da rede estadual”. Mas o Comitê Territorial Baiano de Educação Integral Integrada conta outra história. Formado por secretários municipais, pedagogos e pais, o grupo publicou Carta Manifesto no dia 31 de março onde, em suas próprias palavras, expõe “inquietações frente ao silêncio e desarticulação do Ministério da Educação com relação aos encaminhamentos e fortalecimento do Programa Mais Educação”. A prefeitura de Salvador endossa. “Não houve repasse da verba por parte do Ministério da Educação. A última parcela de 2014 e a primeira de 2015 estão atrasadas.”

Nos poucos casos onde os alunos não sentem o impacto do atraso, o ensino integral já fazia parte da política local de educação, às vezes antes do Mais Educação. Em Belo Horizonte (MG), por exemplo, as aulas extras são ministradas por professores concursados, e não por monitores contratados, como é o padrão do programa. A secretaria municipal ainda aponta um segundo motivo para as crianças não serem tão afetadas. “O repasse das verbas federais representa apenas um décimo do montante de recursos investidos pela Prefeitura de Belo Horizonte (R$ 126 milhões por ano) em seu programa de Educação Integral”. Porto Alegre (RS) também tem política própria, mas a coordenadora do programa “Cidade Escola”, Maria Cristina Garavelo, se preocupa. “Os diretores ficam inseguros em aderir ao Mais Educação e depois ter que suspender as atividades.” Em resposta, o Ministério da Educação afirmou que “não há atraso em 2015, pois ainda não iniciou nenhuma das ações vinculadas ao programa”. Informou que foram liberados mais de R$ 24 milhões em março deste ano, “para regularizar o fluxo de 2014”.

Foto: Luciano Belford/Eleven 

20 de mai de 2015

Professores da UFPA anunciam greve Quarta-F

Professores da Universidade Federal do Pará (UFPA) anunciaram greve a partir do dia 28 deste mês.

A decisão foi tomada após assembleia geral da Associação de Docentes da UFPA (ADUFPA), realizada na manhã desta quarta-feira (20).

A categoria confirmou a deliberação da reunião dos docentes das Instituições Federais de Ensino (IFE), ocorrida no último final de semana, em Brasília. 

Com a confirmação do movimento grevista na UFPA, a reitoria será notificada e as atividades serão suspensas por tempo indeterminado, a partir do próximo dia 28.

De acordo com a ADUFPA, o Comando Local de Greve (CLG) vai ser instalado no dia 26 de maio, durante reunião na sede administrativa.

Um dia antes da deflagração da greve, no dia 27, a ADUFPA promoverá um café da manhã, a partir das 8h, nos portões da UFPA. Eles pretendem explicar os motivos do movimento grevista e mobilizar a categoria para adesão à greve.

“A greve é um chamado a categoria para defender o trabalho docente e a Universidade pública, lutando por melhores salários, reestruturação da carreira e contra os cortes de verbas, que reduziram mais de 30% o orçamento da UFPA”, afirmou a professora Fátima Moreira, da diretoria da ADUFPA.

Durante a assembleia, os docentes avaliaram a conjuntura de crise econômica e ajuste fiscal e receberam manifestações de apoio de estudantes e representantes dos técnico-administrativos e do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional (Sinasefe).

Um grupo de alunos de Licenciatura em Música fez uma apresentação musical no início da assembleia, como uma forma de apoio ao movimento.

Os docentes reivindicam, entre outros pontos, um reajuste linear de 27,3%, uma política de valorização salarial, a reestruturação da carreira e a reversão dos cortes de verbas na educação pública, que atingiram mais de 30% do orçamento das Universidades federais, prejudicando a execução de diversas ações, como viagens de campo, que foram canceladas, e a realização de obras, cujo prazo de entrega ficou incerto. 

Além dos docentes, os servidores técnico-administrativos também entrarão em greve, no mesmo dia. Ele reivindicam, também, reajuste de 27,3% e defendem, entre outros pontos, a rejeição do Projeto de Lei das terceirizações e a não efetivação das MPs 664 e 665, que retiram direitos dos trabalhadores. 

(DOL)

19 de mai de 2015

Saúde

Menino de 5 anos emociona lanchonete ao pedir para mãe comprar lanche para morador de rua

RIO - É normal que crianças de 5 anos façam perguntas - muitas que não são banais ou que os pais simplesmente não sabem responder. Como que o bebê chega à barriga da mãe? O que acontece quando nós morremos? A americana Ava Faulk passou por isso recentemente. O pequeno Josiah Duncan avistou um homem do lado de fora da lanchonete Waffle House, no Alabama, Estados Unidos. Ele estava sujo e segurava apenas uma sacola, ao lado de sua bicicleta. Confuso com a aparência dele, o menino começou a bombardear a mãe com perguntas.

“Ele é um morador de rua”, explicou Ava Faulk. Não satisfeito, ele retrucou: “E o que isso significa?”. “Bem, quer dizer que ele não tem uma casa”, a mãe continou. Ava escreveu um e-mail para a emissora local WSFA 12 News falando sobre a atitude do filho, incluindo as diversas dúvidas que a criança tinha. “Onde é a casa dele? Onde está a família dele? Onde ele guarda suas compras?”. Mas a mãe disse que uma coisa chateou ele em especial.

“Ele não tem comida”, o jovem lamentou. Após pedir para que Ava comprasse uma boa refeição para o homem, ele entrou e sentou à mesa, mas ninguém foi atendê-lo. Josiah, então, levou o cardápio até ele e falou que ele não conseguiria pedir sem um menu.

O cliente desconhecido inicialmente pediu um hambúrguer simples para desfrutar. Mas com um pouco de persuasão tanto de Josiah quanto de Ava, o homem faminto se sentiu confortável para pedir qualquer coisa que quisesse.

“Posso comer bacon?”, Ava lembrou-se dele perguntando. “E eu disse que ele podia ter o tanto de bacon que quisesse.”

Antes que o homem desse a primeira mordida, Josiah tinha mais uma atitude carinhosa guardada. Ele queria compartilhar sua fé com o estranho que havia acabado de conhecer.

“Deus, nosso Pai, Deus, nosso Pai, nós te agradecemos”, falaram juntos na frente de pelo menos 11 clientes. “Agradecemos a você pelas nossas muitas bênçãos, pelas nossas muitas bênçãos, amém, amém.”

Após muitas lágrimas de todos presentes, o morador de rua deixou o restaurante com o estômago cheio. E a memória desse dia vai durar no coração da mãe:

“Assistir ao meu filho tocar as 11 pessoas que estavam na Waffle House vai ser para sempre uma das maiores realizações como mãe que eu vou testemunhar. Você nunca sabe quem é o anjo na Terra, e quando a oportunidade vem você não deve nunca dar as costas para ela”.

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Menino de 5 anos emociona lanchonete ao pedir para mãe comprar lanche para morador de rua

RIO - É normal que crianças de 5 anos façam perguntas - muitas que não são banais ou que os pais simplesmente não sabem responder. Como que o bebê chega à barriga da mãe? O que acontece quando nós morremos? A americana Ava Faulk passou por isso recentemente. O pequeno Josiah Duncan avistou um homem do lado de fora da lanchonete Waffle House, no Alabama, Estados Unidos. Ele estava sujo e segurava apenas uma sacola, ao lado de sua bicicleta. Confuso com a aparência dele, o menino começou a bombardear a mãe com perguntas.

“Ele é um morador de rua”, explicou Ava Faulk. Não satisfeito, ele retrucou: “E o que isso significa?”. “Bem, quer dizer que ele não tem uma casa”, a mãe continou. Ava escreveu um e-mail para a emissora local WSFA 12 News falando sobre a atitude do filho, incluindo as diversas dúvidas que a criança tinha. “Onde é a casa dele? Onde está a família dele? Onde ele guarda suas compras?”. Mas a mãe disse que uma coisa chateou ele em especial.

“Ele não tem comida”, o jovem lamentou. Após pedir para que Ava comprasse uma boa refeição para o homem, ele entrou e sentou à mesa, mas ninguém foi atendê-lo. Josiah, então, levou o cardápio até ele e falou que ele não conseguiria pedir sem um menu.

O cliente desconhecido inicialmente pediu um hambúrguer simples para desfrutar. Mas com um pouco de persuasão tanto de Josiah quanto de Ava, o homem faminto se sentiu confortável para pedir qualquer coisa que quisesse.

“Posso comer bacon?”, Ava lembrou-se dele perguntando. “E eu disse que ele podia ter o tanto de bacon que quisesse.”

Antes que o homem desse a primeira mordida, Josiah tinha mais uma atitude carinhosa guardada. Ele queria compartilhar sua fé com o estranho que havia acabado de conhecer.

“Deus, nosso Pai, Deus, nosso Pai, nós te agradecemos”, falaram juntos na frente de pelo menos 11 clientes. “Agradecemos a você pelas nossas muitas bênçãos, pelas nossas muitas bênçãos, amém, amém.”

Após muitas lágrimas de todos presentes, o morador de rua deixou o restaurante com o estômago cheio. E a memória desse dia vai durar no coração da mãe:

“Assistir ao meu filho tocar as 11 pessoas que estavam na Waffle House vai ser para sempre uma das maiores realizações como mãe que eu vou testemunhar. Você nunca sabe quem é o anjo na Terra, e quando a oportunidade vem você não deve nunca dar as costas para ela”.

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10 de mai de 2015

Gêmeos são filhos de pais diferentes

Um exame de DNA provou que gêmeos são filhos de pais diferentes. Esse é um caso raríssimo que movimentou a Justiça de Nova Jersey, EUA esta semana, segundo informações do site IG. Após pedidos de exames de DNA, o Juiz Mohammad Sohail tomou a decisão de pensão alimentícia de gêmeos que têm pais diferentes. Segundo o juiz, isso é raro de acontecer, mas ele já encontrou dois outros processos semelhantes no país.

A gestação pode acontecer quando a mulher tem relações sexuais com dois homens no mesmo ciclo menstrual, e dois de seus óvulos são fertilizados separadamente por cada homem, de acordo com o “NY Daily News”.

O caso veio à tona quando a mãe pediu pensão para o homem que acreditava ser o pai de suas filhas, em janeiro de 2013. Um teste de DNA mostrou que o homem era o pai de uma das gêmeas, mas não da outra. 

Em depoimento no tribunal, a mãe disse que teve relações sexuais com dois homens em um espaço de cerca de uma semana. O juiz determinou, nesse caso, que o homem pague 28 dólares, cerca de R$ 90, por semana e o caso foi resolvido.

6 de mai de 2015

Feliz Aniversário

Não poderia deixar essa data "passar em branco", pois hoje o dia está mais alegre, mais brilhante, pois aniversaria um grande homem, um grande pai e um grande empresário. Que Deus te abençoe sempre e te cubra de muita saúde e felicidade.

Feliz Aniversário Jairo "Otica"

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